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O minimalismo é um movimento artístico que teve início no século 20. Trata-se de um conceito que não está presente apenas na arquitetura, como também nos campos da arte e do design. Hoje, o minimalismo também é conhecido como um estilo de vida de consumo consciente, que engloba desde a moda, passando pela alimentação e decoração de interiores.

A arte minimalista surgiu na década de 60, nos Estados Unidos, e introduziu uma nova forma de criar, inspirada em obras de arte. Artistas como Carl Andre, Dan Flavin e Donald Judd se inspiraram no cubismo e seu conceito de reduzir tudo a formas geométricas. Eles criaram obras minimalistas com foco nos elementos mais essenciais, com superfícies monocromáticas, repetição, clareza e simplicidade nas formas.

O Minimalismo na Arquitetura

 
Assim como na arte, a principal característica da arquitetura minimalista é a ausência de excessos. Seja na área interna ou externa, as construções que seguem este estilo são marcadas por formas geométricas simples, linhas retas e cores neutras. A tradicional expressão “menos é mais”, criada pelo arquiteto Ludwig Mies Van Der Rohe, descreve bem o que o minimalismo prega, já que a ideia é utilizar o mínimo de elementos possíveis, mas, claro, sem deixar de lado a funcionalidade.

5 Características de Construções Minimalistas

 

1 – Simplicidade na Forma e Função

 
A primeira e mais marcante característica das construções minimalistas é a simplicidade na forma e na função. Como o foco está na funcionalidade, são eliminados elementos que são unicamente decorativos. O layout dessas edificações é simples, com formas básicas, ambientes amplos e poucas paredes em seu interior.
 

2 – Cores Neutras

 
A paleta de cores usada na arquitetura minimalista contempla os tons neutros, com destaque para o preto, cinza e branco. Geralmente, áreas maiores, como pisos e paredes, possuem cores mais claras, deixando os tons mais escuros para detalhes e acabamentos. Pontos de cor costumam ser inseridos em móveis e objetos de decoração, em sua maioria monocromáticos.
 

3 – Espaço Aberto e Iluminado

 
Em projetos minimalistas há a preocupação de aproveitamento da luz natural e pontos estratégicos de luz artificial, para que o local se mantenha sempre iluminado e arejado. Além disso, alguns ambientes, como a cozinha e a sala, por exemplo, podem ser projetados sem divisão, para dar amplitude e promover ainda mais a luminosidade no espaço.
 

4 – Decoração Funcional

 
Quando se fala em decoração, muitos associam a objetos unicamente ornamentais, como vasos e quadros, por exemplo. Porém, em se tratando do estilo minimalista, grande parte dos elementos é pensada para ter uma função específica e são utilizados o mínimo de itens possíveis. Em relação aos móveis, eles seguem o mesmo estilo da construção, com formas simples e cores neutras, para não poluir a visão e nem obstruir a passagem.
 

5 – Uso de Materiais Estratégicos

 
Além de projetar, o arquiteto se preocupa, também, com os materiais que serão usados na execução da obra. No caso do destilo minimalista, esses materiais são escolhidos pensando, também, na estética do ambiente. Um piso ou parede em cimento queimado, madeira, tijolos à vista e outros materiais com características marcantes eliminam a necessidade de objetos, como tapetes e prateleiras, na decoração.

Detalhes em vidro e outros materiais transparentes são usados com o intuito de aproveitar ao máximo a iluminação natural. Como a ideia é realmente reduzir elementos, é interessante usar itens na construção que deem um toque de personalidade, mas sem fugir do estilo minimalista e sem deixar de pensar na funcionalidade.

O minimalismo é uma das grandes tendências do século XI e se aplica nas mais diversas áreas. Em se tratando de arquitetura, um bom projeto minimalista pode ser alcançado através da simplicidade, materiais certos e detalhes. Não se trata de uma construção sem personalidade, mas sim de priorizar a organização, funcionalidade, beleza e conforto.